empresa de tecnologia · software no ar
Produtos de software que resolvem o problema de verdade — feitos por uma frota de agentes de IA, assinados por engenheiros de verdade.
Uma frota de agentes de IA faz o trabalho pesado e engenheiros sêniores decidem, revisam e assinam cada entrega. Da loja ao app, do site ao atendimento no WhatsApp — cobrimos a pilha inteira, e o que está nesta página já está no ar.
O que a Bailder faz
Um time de engenheiros, uma frota de agentes
Tudo que a gente constrói pra empresa, organizado do jeito que você contrata: escolhe a frente, vê o que ela faz. Todas saem do mesmo processo — com testes, CI e o código seu — e todas terminam no ar, num link.
Do problema ao link no ar, em 3 passos
-
Você conta o problema
Aqui do lado, na conversa. Sem cadastro, sem call, sem “um consultor entrará em contato”. Você descreve o que te incomoda, o agente faz as perguntas que um dev experiente faria — e você sai com um escopo preliminar escrito. De graça.
-
A gente fecha escopo e preço
Eu leio a conversa, te chamo no WhatsApp e a gente trava juntos: o que entra no sprint, o que fica de fora, e quanto custa. O preço fecha antes de começar. Zero hora aberta, zero surpresa na fatura.
-
Vai pro ar
Cada sprint termina com software funcionando num link — não com um PDF de requisitos. Você testa, usa, mostra pra quem quiser. Se quiser seguir, a gente planeja o próximo sprint. Se não, o código é seu e a gente se despede bem.
Como um sprint anda, do zero ao link
-
antes da primeira linha
Escopo e preço travados na conversa: o que entra, o que fica de fora, quanto custa. Nada começa no escuro — nem pra você, nem pra gente.
-
primeiras horas
Esqueleto no ar: repositório, deploy e uma URL de verdade antes de existir tela bonita. Você já consegue abrir o link — mesmo que ainda esteja pelado.
-
o miolo do sprint
O coração do problema: a funcionalidade que te dá dor de cabeça vira software funcionando. Cada mudança passa pelos testes antes de subir — não é gerou, colou, torce.
-
fim do sprint
Vai pro ar de vez, com testes e CI. Você abre, usa, mostra pra quem quiser. Se quiser seguir, planejamos o próximo sprint; se não, o código é seu.
os dias exatos variam de projeto pra projeto — o que a gente trava é escopo e preço, não milagre
Quem contratou, fala
A gente não tem case bonito de PowerPoint. Tem gente que botou o dinheiro, esperou a entrega e ficou com o negócio rodando. O que eles dizem:
“Eu perdia pedido no WhatsApp o dia inteiro — cliente mandava mensagem, eu tava com a mão na massa e não via. Hoje o atendimento responde sozinho e o pedido já cai na tela da cozinha. Parou de vazar venda, e eu parei de dormir pensando em quanto tinha escapado.”
O que a gente entregou Atendimento no WhatsApp, cardápio e painel de pedidos da cozinha — no ar.
“Vim com uma ideia meio solta e achei que ia levar meses de reunião pra ver alguma coisa de pé. Em poucas semanas eu tava com o app na mão, cliente se cadastrando e pagamento entrando. O que me ganhou foi não enfeitarem: quando uma parte não tava pronta, me falavam na hora que não tava. Prefiro mil vezes isso.”
O que a gente entregou Marketplace de diárias: cadastro, pagamento, carteira e saque — no ar com testes.
“É um jogo com mundo vivo de verdade — economia, mercado de jogadores, partida rolando ao vivo. Foi subindo peça por peça, e cada uma já funcionava quando eu ia testar. Em nenhum momento me entregaram uma tela bonita que quebrava no primeiro clique.”
O que a gente entregou Jogo de gestão de futebol com mundo vivo, economia e partidas ao vivo.
“O nosso processo interno rodava no braço, planilha indo e voltando, ninguém sabia o estado de nada. Recebi um sistema rodando, com o código na nossa mão e coberto por teste. O time parou de apagar incêndio e passou a confiar no número que a tela mostra.”
O que a gente entregou Sistema interno de gestão de processos, com código entregue e no ar.
“Este site que você está lendo saiu do mesmo processo que a gente vende: os agentes construíram, os engenheiros revisaram e assinaram cada tela, foi pro ar. Não é case de portfólio — é o exemplo em que você já está.”
O que a gente entregou O bailder.com — este site, no ar.
no ar agora
- Salgadelli no ar
- FreeDiária no ar
- Boleiragem no ar
- este site no ar
status real, verificado de 30 em 30 minutos. Não acredita? Clica em qualquer um.
Isso é pra você?
tem uma loja?
Você tem um comércio, um food, um serviço — e a operação roda no WhatsApp, na planilha e na sua cabeça. Já orçou um sistema e ouviu “seis meses”. Já assinou um SaaS que não cabia no seu processo. A gente constrói o sistema do jeito que a SUA operação funciona — atendimento, pedidos, painel — e coloca no ar rápido.
Conta como é a sua operação →tem uma ideia?
Você tem uma ideia de produto validável e nenhum sócio técnico. Agência te cobrou o preço de um carro pra fazer um MVP; no-code bateu no teto. A gente tira o MVP do papel em poucos sprints — web ou mobile — pra você validar com cliente e investidor.
Conta a sua ideia →tem uma fila na TI?
Você toca a operação numa empresa média e precisa de um dashboard, uma automação, uma integração com WhatsApp ou ERP — e a fila da TI é de um ano. Escopo fechado, preço travado, risco pequeno, entrega num link.
Conta o que está travado aí →Quem assina isso aqui
Oi. Eu sou o Sergio Brito, engenheiro e fundador da Bailder. Aqui, agentes de IA escrevem a maior parte do código, rodam os testes, preparam os deploys — e o nosso time de engenheiros decide o que importa, revisa e assina cada entrega. Não escondo a IA: ela é o motivo de a gente entregar em dias o que custava meses. Mas nenhuma linha vai pro ar sem passar por um engenheiro nosso.
Como isso te protege:
- Cada projeto sai com suíte de testes automatizados e integração contínua. Não é “gerou, colou, torce”.
- O código é seu. Stack padrão de mercado (Ruby on Rails, Postgres), repositório na sua conta se você quiser, zero dependência proprietária. Qualquer dev sênior do mercado consegue assumir amanhã.
- Este site que você está lendo foi construído exatamente por esse processo. A prova do método é o próprio site.
— Sergio
o histórico do engenheiro que assina → sergio-brito.devComo a gente cobra (sem enrolação)
A unidade de tudo aqui é o sprint com escopo fechado: a gente define juntos o que entra, trava o preço antes de começar, e o sprint termina com software no ar — não com relatório.
Sprint único
Um site, uma automação, um atendente de IA pro seu WhatsApp, uma ferramenta interna. Uma entrega, um preço, um link no ar. A porta de entrada de menor risco.
a maioria começa aqui
Produto completo
De 2 a 4 sprints pra tirar um MVP do papel — web ou mobile — e colocar na mão de usuários de verdade.
Evolução contínua
O mesmo processo que constrói, mantém. Sprints recorrentes pro produto crescer, sem você ficar refém: pode pausar quando quiser, o código continua seu.
Os princípios, pra deixar escrito:
- Você paga por entrega no ar, não por horas.
- Escopo e preço fecham antes de começar. Sempre.
- A conversa inicial e o escopo preliminar são grátis.
- O código é seu, do primeiro commit.
Quanto custa o seu projeto? Depende do escopo — e o escopo a gente descobre conversando. É uma fração do orçamento de software house tradicional, e o primeiro passo não custa nada.
O que você deve estar se perguntando
“Código feito por IA presta?”
O que presta ou não presta é código sem revisão e sem teste, venha de onde vier. Aqui todo código passa por engenheiros sêniores, suíte de testes e CI antes do ar. Os projetos da seção de cima são a resposta longa.
“Rápido assim não sai raso?”
Sobe nos depoimentos e clica no jogo com economia própria e no marketplace com app mobile. Rápido aqui não é cortar canto: é não desperdiçar meses em reunião, documento e retrabalho.
“E se você sumir?”
O código é seu, em stack padrão de mercado, no seu repositório se você quiser. Qualquer dev sênior assume amanhã. Você não fica refém de mim — por design.
“Quanto custa?”
Preço fechado por sprint, definido antes de começar — o modelo está aqui em cima. O número exato depende do seu escopo, e descobrir o escopo é grátis, na conversa.
“Já não existe um SaaS pra isso?”
Talvez. Se existir e couber no seu processo, eu mesmo te digo na conversa — já aviso que não somos a casa certa quando não somos. Sob medida vale a pena quando o seu jeito de operar É a vantagem.
“E os meus dados, e os dos meus clientes?”
Seus dados de contato servem pra eu te responder, e nada mais. Projetos seguem a LGPD e boas práticas de segurança desde o primeiro sprint.
faltou a sua pergunta? é literalmente pra isso que a conversa existe → Perguntar na conversa
Falta só o seu projeto nesta página
Você viu o que a gente constrói, como cobra e quem assina. O próximo passo leva menos tempo que esta página levou pra ler: descreve o teu projeto em uma frase e vai.
Se a nossa IA de recepção já trabalha assim, imagina o software que ela constrói pro seu negócio.
É o mesmo agente de IA que trabalha nos nossos projetos. Anônimo, sem cadastro — ele pede seu contato só quando fizer sentido, durante a conversa. E todo recado pinga direto no meu WhatsApp: quem te responde depois é gente.
Prefere um formulário à moda antiga? Manda um recado — dois campos e pronto.